‘EMBAIXADOR ISRAELENSE É ENCONTRADO NU E EMBRIAGADO Tzuriel Refael estava com artefatos sexuais sadomasoquistas. Ele servia na embaixada de El Salvador.’ www.g1.com.br 12-03-07
Pobre Tzuriel, um judeu que é realmente o cara e poderia apontar um caminho para toda essa nação-país-estado perdida entre a faixa-de-gaza e uma puta passagem bíblica acerca do povo escolhido.
Não conheço esse cidadão, nem sua história; porém vamos imaginar! Tzuriel nasceu em Israel e logo de pequeno lhe cortaram o freio do pinto, acompanhou ranucás, mitzvás e essas coisas todas. Ao crescer se deu conta que palestinos e judeus tinham os mesmos objetivos de todo ser humano: comer, amar e não ser uma bosta.
Tzuriel, contudo, notou que não poderia mudar seu país com uma estratégia rípi, os paradigmas estreitos, arraigados na estrela de davi e no crescente não iriam culminar com uma suruba hebráico-árabe.
Após uma juventude problemática, não sentindo a sua alma pura enquadrar-se no serviço militar israelita, pensou em acabar com a vida. Entretanto, Tzuriel era forte, e decidiu arranjar dinheiro até que as coisas melhorassem. Com seu espanhol aprendido numa zona de imigrantes semi-escravas peruanas, conseguiu uma vaga na embaixada.
San Salvador!!! San Salvador soava como a anunciação das cornetas de d-us (por que os judeus não escrevem deus?), um país tropical em que poderia mandar j-vé a merda e viver uma vida normal (lembre-se: comer, amar e não ser uma bosta-humana).
Mas, nobre leitor, a chancelaria (o que d-abos é isso afinal?) de Israel, ao saber da notícia do primeiro parágrafo declarou – ‘Em 60 anos de existência do Estado de Israel, alguns de nossos diplomatas tiveram condutas que nos envergonharam, como acontece em todos os países, mas nunca se havia visto um embaixador culpado de conduta indecente em via pública. Isto é o cúmulo!’ www.g1.com.br 12-03-07
Pobre Tzuriel, era um bom homem, gostava de sexo e de cuecas de couro, tomava um trago e caiu pelado um dia na rua, acontece com qualquer um. O cúmulo é treinar crianças no exército ou morrer em nome de maomé. Será que não, senhor c-anceler?

